Palestras nas escolas, faixas, distribuição de folders, cartazes, outdoor, e orientações junto aos motoristas com entrega de panfletos são algumas das ações realizadas em São Ludgero através da equipe da Vigilância Epidemiológica junto à comunidade no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya. O pedido é para que as pessoas não deixe água parada em recipientes nas residências, áreas industriais ou estabelecimentos comerciais.
A equipe em São Ludgero também aderiu a Semana Nacional de Combate ao Aedes, período de 18 a 23 de novembro, e as ações continuam. Nos últimos anos trabalhos preventivos tem se intensificado na cidade e, atualmente, são 62 armadilhas instaladas em pontos estratégicos. As Agentes de Combate a Endemias, Jéssica Pignatel e Aline Dutra, explicam que o combate ao mosquito vai além das ações do setor público. “É preciso que as pessoas adotem cuidados básicos em residências e empresas para que não exista acúmulo de água parada. Somente com a participação de todos, governo e população, é possível manter o mosquito longe e é justamente essa foi a proposta da semana nacional de mobilização, ou seja, mostrar que a união de todos fará com que exista a diminuição da proliferação, não dando chance para o mosquito nascer”, declara Jéssica. Durante o ano, entre os meses de novembro a maio, é considerado o período epidêmico para as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, diante do calor e as chuvas que são condições ideais para a proliferação. “Por isso o verão é o período que requer maior atenção e intensificação dos esforços para não deixar o mosquito nascer”, explica a Agente de Endemias, Aline Dutra.
Sobre as ações a Secretária de Saúde, Nilva Schlickmann Pickler, elogia e agradece o empenho da equipe da Vigilância Epidemiológica em relação ao trabalho realizado na cidade e aproveita para alertar sobre os riscos iminentes se as pessoas não participarem, preventivamente. “Em nossa cidade a informação já chegou a todos e o trabalho é quase que permanente. E, mesmo assim com informação e conscientização existem pessoas que não estão levando a sério os riscos. Uma picada do mosquito pode levar a morte de uma pessoa. O tempo dedicado às ações preventivas, que são muito simples, é pouco se comparado ao dano que pode trazer”, alerta a secretária.
A equipe da Vigilância Epidemiológica de São Ludgero aponta como um dos problemas no combate a proliferação do mosquito os recipientes que são jogados em terrenos baldios.
Crédito de Fotos: Arquivo Vigilância Epidemiológica São Ludgero
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Colaboração: Bertoldo Kirchner Weber / Assessor de Comunicação Município de São Ludgero




