Projeto foi iniciativa da juíza Lívia Borges Zwetsch Beck, da 2ª Vara Criminal


O curso de marcenaria envolve 20 reeducandos na produção de mobiliário essencial, como camas, beliches e berços, para atender às necessidades básicas das famílias. O projeto foi iniciativa da juíza Lívia Borges Zwetsch Beck, corregedora e titular da 2ª Vara Criminal da comarca de Araranguá, que, sensibilizada pela situação crítica de seus conterrâneos gaúchos, mobilizou os servidores do presídio e alguns parceiros nesta iniciativa, que, além de solidária, promove a ressocialização dos internos.
As aulas práticas estão sendo ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial na própria unidade penal. O curso terá a duração de três meses e a distribuição do mobiliário ocorrerá à medida que for construído, com a previsão de que os trabalhos se estendam até o mês de dezembro. A policial penal Vanessa Colares Bitencourt, coordenadora de ensino e promoção social da unidade, destaca que o projeto, além de auxiliar as vítimas das chuvas que devastaram diversos municípios de RS, promove a capacitação dos internos, fomenta novas perspectivas de vida e permite a interação entre eles, tornando o ambiente mais fluído e humanizado. “Além de atender o objetivo final, que é a reabilitação para retornarem à sociedade pessoas melhores. Os reeducandos estão super engajados e atentos aos ensinamentos do professor. Agora, com tudo em pleno funcionamento, é muito gratificante”.


Além da 2ª Vara Criminal e do Senai, integram o projeto a Vara de Execuções Penais da comarca de Araranguá, a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e empresas da região. Conheça mais detalhes do projeto em matéria publicada pelo PJSC. ( https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/reeducandos-do-presidio-de-ararangua-produzirao-moveis-para-vitimas-das-chuvas-no-rs-)
Colaboração: Taina Borges/NCI/TJSC – Serra e Meio-Oeste






