O aumento dos preços dos combustíveis no Sul do país em março foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio, segundo a Edenred Mobilidade.
O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) revelou que, em comparação com fevereiro, os preços dos combustíveis apresentaram movimentos de elevação na região Sul, com exceção do GNV. A instabilidade no Oriente Médio e a atualização da tabela da Petrobras em 14 de março foram os principais fatores que contribuíram para essas altas.
Altas nos Preços dos Combustíveis
O diesel S-10 teve o maior aumento, com um salto de 14,45%, chegando a R$ 6,89. O diesel comum também apresentou uma elevação significativa, de 12,71%, alcançando R$ 6,74. A gasolina subiu 1,71% e atingiu R$ 6,54, enquanto o etanol teve um aumento de 1,24%, chegando a R$ 4,90. Já o GNV foi a única exceção, apresentando uma redução de 3,40% e fechando o período com uma média de R$ 4,55.
- Diesel S-10: R$ 6,89 (aumento de 14,45%)
- Diesel comum: R$ 6,74 (aumento de 12,71%)
- Gasolina: R$ 6,54 (aumento de 1,71%)
- Etanol: R$ 4,90 (aumento de 1,24%)
- GNV: R$ 4,55 (redução de 3,40%)
Apesar dos aumentos, os preços dos dois tipos de diesel na região Sul continuam sendo os mais baixos do país, o que reforça a competitividade da região no abastecimento voltado ao transporte rodoviário.
Análise por Estado
No Rio Grande do Sul, o etanol foi o combustível que mais encareceu, com um aumento de 1,38% e atingindo R$ 5,14, o maior preço médio da região. Já no Paraná, o diesel S-10 registrou o valor mais alto da região, custando em média R$ 7,03 após uma elevação de 17,36%.
Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Frete na Edenred Mobilidade, a alta dos preços dos combustíveis em março foi influenciada pela conjuntura internacional. A atualização da tabela de preços da Petrobras apenas alinhou o mercado interno ao choque de custos causado pelos conflitos geopolíticos.
Conclusão: O aumento dos preços dos combustíveis no Sul em março foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pela atualização da tabela da Petrobras. É importante acompanhar as tendências do mercado e as políticas governamentais para entender melhor o impacto nos preços dos combustíveis.
Informações processadas: material enviado por Stephany Lacerda





