

As cláusulas que a administração municipal pretende incluir no novo contrato já haviam sido parcialmente debatidas com a presidente da Casan, Roberta dos Anjos e diretoria da empresa, semana passada, em Florianópolis e foram quantificadas nesta manhã com o superintende regional. “Estamos bem encaminhados, as contrapartidas solicitadas são compatíveis e acreditamos no acordo em alguns dias”, definiu Arlindo.
Maracajá quer o retorno para seu caixa de 5% do faturamento da Casan no município, pelo menos 2% deste faturamento em investimentos dos serviços na cidade e tarifa especial para órgãos públicos e igrejas. “Nos últimos três anos pelo consumo dos próprios da prefeitura pagamos mais de R$ 135 mil”, ilustrou o prefeito, salientando que o valor é relevante em relação a receita municipal.


O superintende regional da Casan considerou como naturais a necessidade da ampliação de adução e reservação de água no município e o ressarcimento à administração de custos de repavimentações em vias públicas em virtude de danos provocados por consertos de vazamentos de rede. Os investimentos já estão em fase de planejamento, segundo Benedet Júnior.
A única reivindicação feita pela administração que vai exigir estudos técnicos e legais da Casan, conforme o superintendente, é o da revitalização da Praça Frei Euzébio de Alfredo Chaves, cujo projeto foi apresentado em 3D para Benedet Júnior. O investimento estimado é de R$ 300 mil e passa a ser analisado pela empresa. “A Gestão Compartilhada está bem encaminhada”, resumiu Arlindo Rocha.
Colaboração: Gilvan de França / Assessor de Comunicação Social Prefeitura de Maracajá SC





